terça-feira, 13 de outubro de 2015


Veja, de onde partimos e onde nos metemos...



Imagine este salto, este, digamos, corte epistemológico....


Você já reparou, seus alunos trabalham melhor com o computador que você?


PIOR: Você tem preconceito contra uso do GOOGLE em sala, de máquina de calcular em aula de matemática, de GoogleMap em aula de Geografia e de uso do Smartphone em sala. Tablets, nem pensar!  Prepare-se para a lousa eletrônica...


Uma possibilidade, por causa da acústica horrorosa com o barulho dos elevadores de antes da 1ª GGM é o uso de microfone. Você fica parecendo um guarda da corte do Dart Vader, mas funciona.

A pergunta que não se cala é: Seria mais fácil se nós, professores, assumíssemos smatfones, tablets, lousas, microfones portáteis e muitos outros meios tecnológicos de ministrar nossas aulas? Com certeza.

Se esta coisa continuar, vamos ter de arranjar uns "bicos par ganhar uns trocados...

_Por que os alunos não tem problema em lidar com este equipamento?

_A razão é muito simples. Nasceram e foram criados perto de computadores, passando a ter um olhar muito próprio e uma intuição que nos falta ao lidarmos com máquinas: computadores, caixas bancárias, declaração do Imposto de Renda, celulares, qualquer botão nos parece ameaçador, se eu apertar, esta coisa explode e o mico será único...

Este simples fato, uma adequação geracional, explica em muito “os problemas” que identificamos na educação. Alguns deles:
a) Os alunos não tem motivação para nossas aulas de cuspe e giz.
b) Falam mal, são monossilábicos, escrevem pior ainda, suas letras (com exceção da maioria de meninas, que são mais caprichosas) são horríveis e sem padrão. Falam para dentro, não projetam a voz! Villa Lobos já discursaria sobre canto orfeônico...


c) Ensinar gramática é um suplício. Literatura, quando você manda ler um livro, perguntam se tem resumo na internet...
d) Tabuada, nem pensar, afinal temos máquinas de calcular para quê?

A questão maior para os professores é que aos alunos faltam REFERÊNCIAS históricas culturais. Possivelmente, se você falar em Chico Buarque e sua trajetória, alguns vão saber algo. Cartola, Dona Ivone Lara, nem pensar. Vinícius, Dorival, nem pensar.

Mesmo com as gravações de sambistas contemporâneos. Se falarmos em certos poetas da geração de 30 ou 45, nunca ouviram falar.

_Como resolver este problema?
_Transformando sua aula num espetáculo (e fornecendo as ditas REFERÊNCIAS que eles não têm). Melhor ainda, nos divertindo com os alunos. Normalmente vão para suas casas e contam as suas mães e avós que trauteiam as músicas e a curtição da aula vai para cada casa de alunos.

Experimente nosso projeto. Implante-o em sua escola. Nós treinaremos seus professores e eles terão materiais fáceis de lidar e TOTALMENTE dentro do currículo. Se quiserem acrescentar algum material próprio, daremos todo apoio e podemos até mesmo produzir.

Olhem estas aulas...

Analise a aula abaixo e converse conosco. Vamos marcar uma reunião para apresentarmos nosso projeto e você, certamente, terá uma surpresa.

_Pensa que você está só??????????

_Que nada, Olavo Bilac, em 1906 passou pelo mesmo problema...

Vai cuidando de arranjar um bico se você é professor...

Tenham um bom dia!
Para distrair: