Veja, de onde partimos e onde nos metemos...
Imagine este salto, este, digamos, corte epistemológico....
Você
já reparou, seus alunos trabalham melhor com o computador que você?
PIOR:
Você tem preconceito contra uso do GOOGLE em sala, de máquina de
calcular em aula de matemática, de GoogleMap em aula de Geografia e
de uso do Smartphone em sala. Tablets, nem pensar! Prepare-se para a lousa eletrônica...
Uma
possibilidade, por causa da acústica horrorosa com o barulho dos
elevadores de antes da 1ª GGM é o uso de microfone. Você fica
parecendo um guarda da corte do Dart Vader, mas funciona.
A
pergunta que não se cala é: Seria mais fácil se nós, professores,
assumíssemos smatfones, tablets, lousas, microfones portáteis e
muitos outros meios tecnológicos de ministrar nossas aulas? Com
certeza.
Se esta coisa continuar, vamos ter de arranjar uns "bicos par ganhar uns trocados...
_Por
que os alunos não tem problema em lidar com este equipamento?
_A
razão é muito simples. Nasceram e foram criados perto de
computadores, passando a ter um olhar muito próprio e uma intuição
que nos falta ao lidarmos com máquinas: computadores, caixas
bancárias, declaração do Imposto de Renda, celulares, qualquer
botão nos parece ameaçador, se eu apertar, esta coisa explode e o
mico será único...
Este
simples fato, uma adequação geracional, explica em muito “os
problemas” que identificamos na educação. Alguns deles:
a)
Os alunos não tem motivação para nossas aulas de cuspe e giz.
b)
Falam mal, são monossilábicos, escrevem pior ainda, suas letras
(com exceção da maioria de meninas, que são mais caprichosas) são
horríveis e sem padrão. Falam para dentro, não projetam a voz!
Villa Lobos já discursaria sobre canto orfeônico...
c)
Ensinar gramática é um suplício. Literatura, quando você manda
ler um livro, perguntam se tem resumo na internet...
d)
Tabuada, nem pensar, afinal temos máquinas de calcular para quê?
A
questão maior para os professores é que aos alunos faltam
REFERÊNCIAS históricas culturais. Possivelmente, se você falar em
Chico Buarque e sua trajetória, alguns vão saber algo. Cartola,
Dona Ivone Lara, nem pensar. Vinícius, Dorival, nem pensar.
Mesmo
com as gravações de sambistas contemporâneos. Se falarmos em
certos poetas da geração de 30 ou 45, nunca ouviram falar.
_Como
resolver este problema?
_Transformando
sua aula num espetáculo (e fornecendo as ditas REFERÊNCIAS que eles
não têm). Melhor ainda, nos divertindo com os alunos. Normalmente
vão para suas casas e contam as suas mães e avós que trauteiam as
músicas e a curtição da aula vai para cada casa de alunos.
Experimente
nosso projeto. Implante-o em sua escola. Nós treinaremos seus
professores e eles terão materiais fáceis de lidar e TOTALMENTE
dentro do currículo. Se quiserem acrescentar algum material
próprio, daremos todo apoio e podemos até mesmo produzir.
Olhem estas aulas...
Analise
a aula abaixo e converse conosco. Vamos marcar uma reunião para
apresentarmos nosso projeto e você, certamente, terá uma surpresa.
_Pensa que você está só??????????
_Que nada, Olavo Bilac, em 1906 passou pelo mesmo problema...
Vai cuidando de arranjar um bico se você é professor...
Tenham um bom dia!
Para distrair:




